segunda-feira, 17 de janeiro de 2022






     O que se espera de uma ficção? É provável que muitos leitores busquem ler ficção para viajar no tempo, esta inclusive, a única forma real e conhecida de fazê-lo, ao menos por enquanto. É por meio da ficção e sua evidente estranheza que a literatura reconta o que o passado deixou escapar e “prevê” o futuro de formas inusitadas. Tateando o verniz das possibilidades e adquirindo asas para a imaginação. 
     Ctônio: Memórias do Deus da morte, disponibiliza tal experiência, percorre as linhas do tempo e flerta com muitas camadas. É como uma imagem repleta de elementos desconexos, cuja aparência final, traduz uma harmonia estranha. Tudo se encaixa, ainda que construído por elementos atípicos. 
     Assim é a escrita, letras que se juntam para dizer algo que ainda não foi dito, parágrafos impactantes que entram sorrateiros no inconsciente nos fazendo saltar da angústia para a euforia. Reserva-se ao caríssimo leitor, sentimentos, medos e purificação. Cada um, a sua maneira, será convidado a se diluir nesta narrativa encomendada para seres inquietos...

Todos os direitos são reservados a Leandro Matzenbacher Dourado, é proibida a divulgação de material, sem autorização.

terça-feira, 11 de janeiro de 2022



     Ctônio: Memórias do Deus da morte, foi escrito para se fazer pensar... – Mas afinal, pensar em quê? TUDO! É como subir uma escada, onde através das metáforas e dos contornos do passado, mitologia, religiões e os panteões sagrados ou os solos profanos saltam aos olhos cobrando seu penhor. 
     Ler é como escalar, precisa de fôlego, audácia, negar os medos internos e aceitar desafios. Ler é escalar montanhas, subir escadas ou rampas, onde em nossa volta, o universo deixa transparecer a sua costura. 
     Ler é subir tão alto que por vezes, nos dá a sensação de estarmos descendo em meio a cada fio vivo do destino, seja dos personagens ou do nosso próprio desígnio, percebendo-nos entrelaçados numa intensa catarse. 
     Ctônio é uma purificação... Uma condenação e uma redenção. Ele foi escrito para que o leitor sinta a voz do personagem dentro de sua cabeça e se pergunte como nesse mesmo instante que você lê isso agora e, pergunte de quem é a voz que soa em sua mente a cada letra decifrada. 
     É um livro para todos e nenhum, pois seu objetivo é causar náusea e afasia simultaneamente, sempre com conflitos entre opostos. É provável caro leitor, que quando terminar o primeiro tomo, tudo que seja capaz de sentir, seja senão, ódio... irá odiar por amar uma coisa que deveria odiar. Até não saber mais de quem é a voz que fala!

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domingo, 2 de janeiro de 2022


Que 2022 traga novas ideias, grandes conexões e ações transformadoras! Agradeço a todos os leitores que mergulharam no universo de CtÔnIo: Memórias do Deus da morte, e convido aqueles que não conhecem a obra para esse novo desafio literário.

É possível explicá-los em poucas palavras? Eles mesmos serima capazes de fazer isso? Tanto Nietzsche quanto Freud, são personaldiades icônic...